Intérpretes do desenvolvimento | Rosa Freire d’Aguiar

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Título: Intérpretes do desenvolvimento
Organização: Rosa Freire d’Aguiar
ISBN: 978-85-8404-565-5
Editoras: Hucitec
Edição: 1. Edição
Data de publicação: 2025
Páginas: 582
Tamanho: 16 cm x 23 cm x  2cm
Peso: 900g

Informação adicional

Peso 0,900 kg
Dimensões 16 × 23 × 2 cm

A criação do Centro Internacional Celso Furtado, em 2005, ano posterior a despedida de seu patrono, simboliza a grandeza e a vitalidade de uma das mais notáveis contribuições intelectuais e públicas da história brasileira. Ao completar duas décadas de existência, o Centro reúne, nesta obra, um conjunto de entrevistas com intérpretes do desenvolvimento, publicadas ao longo dos anos nos Cadernos do Desenvolvimento, revista científica da instituição. Foi com profunda honra que conduzi, ao lado de Rosa Freire d’Aguiar, grande parte dessas conversas, que considero expressão do que há de mais vigoroso e inovador no pensamento latino-americano sobre o desenvolvimento econômico, social, ambiental e cultural. Mais do que uma celebração, esta publicação é um convite a seguir pensando criticamente o desenvolvimento, como sempre fez Celso Furtado, com coragem intelectual, compromisso público e esperança no futuro.

– Carmem Feijó, Professora Titular de Economia da Universidade Federal Fluminense

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Apresentação, Esther Dweck

20 anos do Centro Celso Furtado, Carlos Pinkusfeld Bastos

Capítulo 1. Celso Furtado por ele mesmo

Capítulo 2. Luiz Gonzaga Belluzzo

Capítulo 3. Luciano Coutinho

Capítulo 4. Bertha Becker

Capítulo 5. Rubens Ricupero

Capítulo 6. Ignacy Sachs

Capítulo 7. Cristovam Buarque

Capítulo 8. Sérgio Xavier Ferolla

Capítulo 9. Wilson Cano

Capítulo 10. José Antonio Ocampo

Capítulo 11. Antônio Dias Leite

Capítulo 12. Pierre Salama

Capítulo 13. Roberto Saturnino Braga

Capítulo 14. Joubert de Oliveira Brízida

Capítulo 15. Celso Amorim

Capítulo 16. Pepe Mujica

Capítulo 17. Theotonio dos Santos

Capítulo 18. Clélio Campolina Diniz

Capítulo 19. Maria da Conceição Tavares

Capítulo 20. Tania Bacelar

Capítulo 21. Rosa Freire d’Aguiar

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Sobre a organizadora

Rosa Freire d’Aguiar

Rosa Maria Freire d’Aguiar Furtado, mais conhecida como Rosa Freire d’Aguiar (Rio de Janeiro, 28 de agosto de 1948), é uma jornalista, editora e tradutora brasileira. Carreira Em 1971, formou-se em Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio. Entre 1971 e 1973 foi repórter e redatora das revistas Manchete (disponibilizada integralmente na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional), Fatos&Fotos e a Enciclopédia Bloch da Bloch Editores, no Rio de Janeiro.
Em 1973, mudou-se para Paris, onde trabalhou por três anos como correspondente internacional na sucursal francesa do grupo de Adolpho Bloch. Entre 1977 e 1985, ainda em Paris, foi correspondente da revista Isto É e também do Jornal da República e colaboradora da revista ArteHoje.
Realizou um grande número de reportagens especiais na Europa, no Oriente Médio e na China. Entre elas, cobriu a redemocratização da Espanha, desde a morte de Francisco Franco, de 1975 até 1985; o exílio do Ayatolá Khomeiny e a Revolução Iraniana, 1979-1980; o processo da Camarilha dos Quatro, em Pequim, em 1980; a devolução do Deserto do Sinai ao Egito, em 1982; a Guerra do Líbano, em 1982; o movimento pacifista na Alemanha, em 1983.
Rosa Freire d’Aguiar Nascimento 28 de agosto de 1948 (77 anos) Rio de Janeiro Nacionalidade brasileira Cônjuge Celso Furtado Educação Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Principais trabalhos Memória de tradutora Fez também diversas entrevistas com escritores, cientistas sociais e artistas. Das muitas personalidades entrevistadas por Rosa Freire d’Aguiar, destacam-se: Elisabeth Badinter, Ernesto Sabato, Eugène Ionesco, Fernand Braudel, Georges Simenon, Jorge Semprún, Julio Cortazar, Norma Bengell, Peter Brook, Roland Barthes, Romain Gary, Rudolf Nureyev, Raymond Aron e Simone Veil.
Em 1979, casou-se com o economista Celso Furtado, no exílio desde 1964, que lecionava na Universidade de Sorbonne. Com a redemocratização do Brasil, em 1985, Celso Furtado foi convidado para chefiar a missão brasileira junto à então Comunidade Econômica Europeia (CEE), em Bruxelas. No ano seguinte, o casal voltou para o Brasil e se instalou em Brasília, onde Celso Furtado assumiu o Ministério da Cultura.
Rosa Freire d’Aguiar deixou o jornalismo e passou a dedicar-se ao mercado editorial. Fez parte do conselho editorial da Editora Paz e Terra até 1990. Para essa editora traduziu seu primeiro livro: “O conde de Gobineau no Brasil”, de Georges Raeders. A partir de 1991 até os dias atuais, traduziu e organizou mais de uma centena de livros, sobretudo para a Companhia das Letras e Editora Todavia.
Traduziu entre outros autores, Louis-Ferdinand Céline, Italo Calvino, Michel de Montaigne, Claude Lévi-Strauss, Pierre Bourdieu, Marquês de Sade[6], Honoré de Balzac e Marcel Proust. Pelo seu trabalho, recebeu diversos prêmios, entre eles, o da União Latina de Tradução Científica e Técnica, em 2001, pela tradução do livro “O universo, os deuses, os homens”, de Jean-Pierre Vernant. Em 2009, recebeu o Prêmio Jabuti na categoria “Tradução de obra literária francês-português” pela tradução do livro “A elegância do ouriço”, de Muriel Barbery (51.º Prêmio Jabuti).
Em 2019, recebeu o Prêmio Paulo Rónai de Tradução, da Biblioteca Nacional, pelo livro “Bússola”, de Mathias Énard.[7] Além destes, recebeu a Menção altamente recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, nas categorias Tradução/Adaptação, pelos livros do selo Cia. das Letrinhas: em 2005 (“O Pequeno Polegar”, de Charles Perrault); em 2008, (“Ao sul da África”, de Laurence Quentin); em 2009 (“Pequenos contos para crescer”, de Mario Urbanet e Albena Ivanovitch-Lair; e “Contos e lendas das mil e uma noites”, de Gudule); e, em 2011 (“Às margens do Amazonas”, de Laurence Quentin).
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