Novas e velhas desigualdades na era digital: dimensões da fronteira | Marcelo Manzano (org)

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Descrição

Título: Novas e velhas desigualdades na era digital: dimensões da fronteira
Organizador: Marcelo Manzano
ISBN: 9788584043699
Editora: Hucitec Editora, Fundação Perseu Abramo & Instituto Lula
Edição: 1. Edição
Data de publicação: 2023
Páginas: 162
Tamanho: 14 cm x 21 cm
Peso: 248g
Coleção Novas e Velhas Desigualdades na Era Digital, 5

 

 

 

Informação adicional

Peso 0,248 kg
Dimensões 14 × 21 × 1,5 cm

EM PRÉ-VENDA! O LIVRO CHEGARÁ NA EDITORA NA SEMANA DO DIA 27 DE FEVEREIRO.

No século XXI, a frequência e a intensidade das ondas de inovação vêm potencializando o padrão de acumulação capitalista e contribuindo para ampliar a desigualdade entre pessoas, países e regiões que têm, ou não, o domínio ou a capacidade de se apropriaram dessas tecnologias.

A ousada proposta deste livro é analisar o impacto das inovações tecnológicas em diferentes espaços e em diferentes dimensões da vida humana, indagar sobre os problemas e os desafios diante das assimetrias que a substituição do  trabalho humano por máquinas e sistemas reforça, entregando vulnerabilidades em vez de liberdade e cidadania,
valores prometidos pelo progresso técnico aos trabalhadores, desde a revolução industrial há mais de dois séculos.

Pela emergência da questão climática e ambiental, destaco o trabalho de Brenda Takeda, Selma Solange Monteiro Santos e Elielson Silva, que aborda o uso das tecnologias digitais na arena complexa dos conflitos fundiários e ambientais na Amazônia.

Com este lançamento, o Instituto Lula e a Fundação Perseu Abramo cumprem importante papel ao trazer à luz um tema que tem merecido pouca atenção das políticas públicas, embora já tenha, inevitavelmente, penetrado na vida de toda a sociedade brasileira.

— Esther Bemerguy de Albuquerque


 

Este livro representa um esforço por parte de colaboradores do Instituto Lula em sistematizar ideias que foram
apresentadas como uma espécie de provocação que a Diretoria propos aos pesquisadores. Esse grupo de Estudos
Digitais foi constituído para pensar o Brasil no futuro a partir de eixos inovadores ligados ao fato de que o
mundo está em mudança. É preciso pensar sobre o que pode ser feito e o que o Brasil vai enfrentar na sua
realidade não muito distante.

Acostumados a discutir a conjuntura, enquanto atores da política, neste projeto fomos colocados diante de outro desafio igualmente estimulante: pensar o longo e o médio prazos.

As novas tecnologias devem ser apropriadas por toda a população, independente de idade ou classe social, sendo um instrumento de inclusão da população nas políticas públicas. Para a inclusão plena da população vários obstáculos deverão ser superados, como por exemplo, internet de qualidade em todo o território.

Nesse sentido, essa matéria prima é terreno fértil para as políticas públicas. Boa Leitura.

— Ivone Silva,
Presidente do Instituto Lula


 

Sobre o organizador
Marcelo Manzano

é economista, doutor em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (IEUNICAMP). Professor de Economia do Trabalho e de Economia Brasileira na mesma instituição e
pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT-IE-UNICAMP). Foi coordenador de pós-graduação da FLACSO-Brasil e consultor da OIT e do PNUD, tratando dos temas da informalidade, da precariedade laboral e da análise de políticas públicas.

 


 

Sumário

Prefácio, Luiz Inácio Lula da Silva

Apresentação

Capítulo  1. Na esquina entre as tecnologias digitais e o espaço urbano, Aline Marcondes Miglioli

Capítulo  2. Cultura digital, políticas culturais e soberania de dados no Brasil, Larissa Maria de Almeida Guimarães & Amarildo Ferreira Júnior

Capítulo  3. Economia do cuidado na Era Digital, Renata Moreno

Capítulo  4. Financeirização do ensino superior brasileiro: tecnologias digitais e ensino a distância, Pietro Borsari

Capítulo  5. As tecnologias digitais na encruzilhada das desigualdades e das promessas de inovação no campo ambiental no Brasil, Brenda Taketa, Elielson Silva & Selma Solange Monteiro Santos

Capítulo  6. Quando os agricultores são impulsionados pela internet: o caso nas vilas Taobao na China, Cheng Li

As autoras e os autores

 


 

APRESENTAÇÃO GERAL DA COLEÇÃO

Este livro que aqui se apresenta é resultado de um esforço coletivo de especialistas e gestores que associam experiência, profissionalismo e vontade de inovação. Resulta da busca do instituto Lula em mais uma vez reunir profissionais de excelência para pensar a sociedade brasileira nos seus mais diversos aspectos, provocar e propor soluções para políticas públicas e sociais.

Entre os anos de 2020 e 2023, a Diretoria do Instituto Lula, composta por Marcio Pochmann, Moises Selerges, Thamires Sampaio, Paulo Okamotto e Juvândia Moreira, se propôs a realizar estudos, ampliar o debate e buscar estratégias de modernização da sua visão de mundo. Alicerçado nessa missão, surgiram projetos de formação de quadros, seminários com participação social, articulação com as universidades, grupos de escutas com especialistas e editais de trabalho para pesquisadores.

Esse volume de conversas, reuniões, estudos, pesquisas e relatórios agora se convertem numa série de livros que tem como objetivo ajudar a pensar o Brasil do futuro. Muito do que foi feito teve a perspectiva de apresentar novas abordagens para temas que insistem em manter-se na agenda social, política e econômica do Brasil. Para isso, a proposta do Instituto Lula em tratar temas já bastante desgastados que permanecem irresolutos foi propor uma discussão de longo prazo, para vinte anos, ou mais. Não pensar no imediato, mas pensar no longo prazo. Sintoma do nosso atraso enquanto sociedade é que estamos sempre correndo atrás do emergencial, de que tudo é urgente e que tudo deve ser resolvido agora.

Como tentar colocar toda água do reservatório dentro do cano de saída de uma única vez. É preciso, para ter bons resultados, controlar o fluxo, organizar o estoque, pensar no longo prazo e nos gargalos. A coleção que aqui se apresenta e da qual faz parte esse volume tem esse proposito: pensar o Brasil, reconhecer seus problemas urgentes, mas dar tempo ao tempo, controlar a ansiedade de fazer tudo de uma vez e evitar o erro de supor que tudo é urgente, porque, seguindo a máxima do ditado popular: se tudo é urgente, nada é prioritário.

Sabemos que ao definir prioridades, selecionamos a sequencia de tarefas, e que obviamente a cada escolha há muitas renuncias. O Instituto Lula insistiu na necessidade de que essas escolhas e preferencias se fizessem entre os especialistas,
professores, lideranças de movimentos sociais, pesquisadores e os participantes anônimos que nos acompanharam, porque isso faz parte do exercício da liderança.

Provocar reações, buscar respostas para tomar as melhores decisões é o papel de uma instituição como o Instituto Lula, subsidiar lideranças com diagnósticos e propostas para que a sociedade brasileira tenha opções de pensamento de longo prazo. Para nós, a doença do ‘curtoprazismo’ precisa ser combatida. Um segundo eixo de trabalho adotado e que vai ficar evidente nas leituras da presente coleção em que essa apresentação perpassa é o fato de considerarmos as mudanças para uma nova Era Digital. Consideramos que a transição da sociedade industrial, que concentrava empregos, riquezas e inovação na área da indústria tem dado sinais de esgotamento e que desponta, como substituição a isso, um período de mudanças associadas a informatização dos serviços e incorporando iniciativas de inteligência artificial que chamaremos de Era Digital.

Como as plataformas de serviços digitais, o incremento do celular, toda a economia em torno do mundo da internet, dos sites e aplicativos foi capaz de fazer uma verdadeira revolução na forma com que nos comunicamos, na forma com que transmitimos informações e também nas formas de organização e circulação de pessoas e produtos? Ter um mapa às mãos com geolocalização em tempo real mudou a logística dos transportes. Assim como ter o aplicativo do banco tirou  muitos empregos do caixa. Os totens em lojas de fast food dispensam funcionários e transformam o atendimento, assim como organizar os semáforos com inteligência artificial que monitora o transito aperfeiçoa os fluxos nas cidades. Todas essas transformações e acelerações apresentam desafios às políticas públicas, aos governos e a própria sociedade civil. Discutir em parte esses impactos tomou conta de alguns dos projetos que cercaram o Instituto Lula esses anos.

Boa leitura! Contem conosco,

Marcio Pochmann &
Luís Fernando Vitagliano

 


 

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